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Engenheira é indiciada por morte de jovem eletrocutada no Carnaval de Santana em 2026

22/10/2026

Engenheira é indiciada por morte de jovem eletrocutada no Carnaval de Santana em 2026

A Polícia Civil indiciou nesta quinta-feira (22) a engenheira eletricista responsável pelo Carnaval de Santana de 2026 . Ela responde pela morte de Renata Teixeira, de 21 anos.

A jovem foi eletrocutada em 17 de fevereiro de 2026 ao tocar em uma estrutura metálica energizada. A perícia confirmou o óbito por descarga elétrica.

O indiciamento por homicídio culposo apontou negligência e falta de testes de aterramento. O inquérito também apontou responsabilidades da CEA Equatorial e da prefeitura.

A engenheira eletricista responsável pelas estruturas do Carnaval de Santana de 2026 foi indiciada pela Polícia Civil do Amapá pela morte da jovem Renata Teixeira, de 21 anos, eletrocutada em um camarote. A conclusão do inquérito foi anunciada nesta quinta-feira (22) pela 1ª Delegacia de Polícia do município.

O caso aconteceu na madrugada de 17 de fevereiro de 2026, na Avenida Santana. Durante uma forte chuva, a jovem acompanhava um bloco quando encostou na estrutura metálica de um camarote que estava energizada. Com os pés na água acumulada no asfalto, a vítima sofreu uma descarga elétrica e morreu no local.

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Segundo a Polícia Científica do Amapá (PCA), a causa da morte foi choque elétrico (eletroplessão), com queimadura característica (marca elétrica de Jellinek) na mão esquerda da vítima.

A profissional foi indiciada por homicídio culposo , agravado pelo descumprimento de regras técnicas. A investigação apontou negligência e falhas graves: a estrutura foi liberada apenas com inspeção visual, sem testes de aterramento.

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Além disso, havia cabos expostos à chuva, o sistema de segurança não funcionou e não havia equipe de manutenção de plantão no momento do acidente.

O relatório policial também apontou responsabilidade da concessionária CEA Equatorial, por fios sem isolamento em postes, e da Prefeitura de Santana, por falta de fiscalização nas estruturas da festa.

O processo foi enviado à Justiça e agora aguarda o posicionamento do Ministério Público do Amapá (MP-AP).

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