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Veja 5 manobras sensacionais da Esquadrilha da Fumaça no Domingo Aéreo, em Pirassununga (SP).
Encerramos a transmissão direto do Domingo Aéreo, direto da Academia da Força Aérea. Mas a emoção ainda não terminou! Logo mais, a partir de 12h30, a EPTV, afiliada da TV Globo, exibe um programa especial, ao vivo!! Não perca!
Apresentação da Esquadrilha da Fumaça é encerrada no Domingo Aéreo! Continue acompanhando os bastidores e entrevistas!
Confira todas as fotos na nossa galeria!!
Esquadrilha da Fumaça corta os céus de Pirassununga! Acompanhe tudo!!
Olha essa imagem dos aviões Super Tucanos da Esquadrilha da Fumaça no Domingo Aéreo!
Manobra Break encanta no Domingo Aéreo
Depois de ser escolhido para integrar a equipe da Esquadrilha, o piloto da Força Aérea Brasileira (FAB) inicia o treinamento, chamado de Curso de Piloto de Demonstração Aérea (PODA), para voar em sua posição.
São aproximadamente 80 missões de uma hora que duram de três a quatro meses. Caso ele não seja piloto do avião A-29 Super Tucano no seu ingresso no Esquadrão, serão necessárias fazer 80 horas de voo antes de ar início ao curso de PODA.
Após a estreia, todos os pilotos realizam treinamentos regulares.
O capitão João Paulo da Esquadrilha da Fumaça conta tudo sobre os voos para o repórter da EPTV João Victor Néo. Ele também vai comentar as manobras! Daqui a pouco tem Super Tucanos rasgando o céu de Pirassununga!! Não percam!!!
A Esquadrilha da Fumaça atingiu três recordes mundiais reconhecidos pelo Livro dos Recordes, o Guinness Book, por ter percorrido três mil metros em 30 segundos, voando de dorso (cabeça para baixo). O primeiro reconhecimento ocorreu em 1996, com dez T-27 Tucano, aeronaves até então utilizadas pela Esquadrilha.
No ano de seu cinquentenário, em 2002, a Esquadrilha atingiu mais um recorde com o voo invertido de onze aviões. Em 2006, o último recorde foi alcançado com 12 aeronaves voando de cabeça para baixo.
A Esquadrilha da Fumaça iniciou as atividades com o avião North American T-6 Texan, e o utilizou até a desativação do Esquadrão em 1977. No final dos anos 1960, por um breve período, operou os jatos de fabricação francesa T-27 Super Fouga Magister.
Reativada em 1982, a Esquadrilha voou o T-25 Universal e, rapidamente, em 1983, passou a voar os turboélices de treinamento T-27 Tucano, fabricados no Brasil pela Embraer.
Em 31 de março de 2013, aconteceu a última demonstração com essa aeronave que, em seguida, foi desativada, dando lugar ao seu substituto: A-29 Super Tucano. Assim como o T-27, o A-29 também recebeu a pintura nas cores da bandeira nacional.
Com mais de 4 mil demonstrações realizadas no Brasil e em 21 países, a Esquadrilha da Fumaça representa para milhares de pessoas a oportunidade de estabelecer contato, de maneira emocionante e inesquecível, com a Força Aérea Brasileira (FAB).
Toda apresentação conta com sete pilotos em sete aeronaves. Cada posição de voo tem uma função específica, o oitavo, por exemplo, fica em solo realizando a locução.
Geralmente, a demonstração tem duração de 35 minutos e conta com cerca de 50 acrobacias. Dependendo do local da apresentação e da meteorologia, a duração e o número de acrobacias executadas podem variar.
Antes da decolagem, os sete pilotos são acompanhados pelos mecânicos - carinhosamente apelidados de Anjos da Guarda - e se apresentam para o Líder da Esquadrilha, marchando até os aviões e iniciando as ações necessárias para a partida.
Desde criança, o vendedor Matheus Janone Pereira, de 47 anos, tem o hábito de olhar para o céu sempre que ouve o barulho de um avião, seja em Araraquara (SP), cidade onde mora, ou em qualquer outro lugar.
Aos 16 anos, ele começou a fotografar aeronaves e, em 1995, foi pela primeira vez a um show aéreo na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP). De lá para cá, a paixão pela aviação só cresceu.
Há 31 anos, o Domingo Aéreo faz parte da história de Matheus. Ao longo desse tempo, ele viu a aviação mudar, fotografou diferentes modelos de aviões e transformou o hobby em conteúdo para as redes sociais. Hoje, mantém um canal no YouTube com mais de 20 mil inscritos, mais de 20 mil seguidores no TikTok e 12,4 mil no Instagram.
Voar de cabeça para baixo por até um minuto, cruzar com outra aeronave a menos de dois metros de distância e executar uma manobra que deixa o avião temporariamente sem controle. Essas são algumas das acrobacias que fazem parte das apresentações da Esquadrilha da Fumaça e que impressionam milhares de pessoas em cada demonstração.
Para quem assiste do chão, algumas acrobacias parecem acidentes prestes a acontecer. São em torno de 50 manobras realizadas de 35 a 40 minutos de demonstração.
A Esquadrilha da Fumaça nasceu da iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, no Rio de Janeiro, que, em suas horas de folga, treinavam acrobacias em grupo, com o objetivo de mostrar aos cadetes a capacidade e segurança dos aviões.
Em 14 de maio de 1952, aconteceu a primeira demonstração oficial da Esquadrilha da Fumaça, no Rio de Janeiro.
Com mais de 70 anos de história, a Fumaça se concretizou como um instrumento de comunicação social da FAB, com manobras arrojadas e algumas exclusivas que a diferencia das demais esquadrilhas do mundo, como o voo invertido em formação.
A fumaça branca que acompanha os aviões da Esquadrilha da Fumaça e ajuda o público a acompanhar as acrobacias no céu funciona com um princípio conhecido de muita gente: o mesmo que faz o óleo vaporizar ao cair em uma frigideira muito quente. No A-29 Super Tucano, um óleo vegetal é injetado no escapamento da aeronave e se transforma em vapor.
O capitão e um dos pilotos da Esquadrilha, André Bezerra, explicou que o mecanismo por trás da fumaça é simples e igual ao que ocorre ao jogar o óleo em uma panela muito quente.
"Esse processo, que é a calefação, nada mais é do que o óleo mudando de estado físico, instantaneamente, do estado líquido para o estado gasoso", explicou.
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