A polícia prendeu 4 suspeitos de furtar caminhonetes em Mato Grosso do Sul para levar ao Paraguai. 2 prisões ocorreram nesta segunda-feira (19).
Os alvos eram caminhonetes Hilux e SW4. 1 dos detidos, de 19 anos, confessou 12 furtos e admitiu ter incendiado 1 veículo.
Os integrantes dividiam tarefas entre furto e transporte até a fronteira. Investigações continuam para identificar outros envolvidos e localizar os veículos.
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Quatro suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos de caminhonetes foram presos em Mato Grosso do Sul. Segundo a polícia, o grupo agia em várias cidades do estado e levava os veículos ao Paraguai. As duas prisões mais recentes ocorreram nesta segunda-feira (19), na BR-163, em Eldorado.
A quadrilha tinha como principais alvos caminhonetes Toyota Hilux e Hilux SW4, estacionadas nas ruas. Os furtos ocorriam principalmente durante a madrugada, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil.
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Um dos presos, de 19 anos, confessou participação em 12 furtos em Campo Grande, Dourados, Ribas do Rio Pardo, Naviraí e Mundo Novo. Ele contou à polícia que abria os veículos e levava parte deles ao Paraguai. Também admitiu ter incendiado uma Hilux furtada em Dourados.
De acordo com a investigação, os integrantes dividiam as tarefas. Enquanto alguns furtavam as caminhonetes, outros ajudavam a levar os veículos até a fronteira, onde, segundo a polícia, seriam entregues a receptadores.
Como ocorreram as prisões
A primeira prisão ocorreu em 11 de outubro, em Eldorado. Na ocasião, a PRF abordou um carro que, segundo a polícia, dava apoio aos suspeitos de furtar caminhonetes em Dourados.
No domingo (18), os policiais prenderam outro homem em Japorã, após encontrarem uma Hilux furtada poucas horas antes em Dourados.
Já nesta segunda-feira (19), a PRF prendeu mais dois suspeitos na BR-163, em Eldorado. Com isso, o número de presos chegou a quatro.
A polícia analisou imagens de câmeras de segurança e cruzou informações para identificar a ligação entre os furtos registrados em diferentes cidades.
As investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes da quadrilha, descobrir quem recebia os veículos furtados e localizar as caminhonetes que ainda não foram recuperadas.



