A polícia de Minas Gerais prendeu uma quadrilha que usava carros de aplicativo para roubar os passageiros.
Um dos presos tinha a função de se esconder no porta-malas para dar apoio aos roubos. O motorista da quadrilha já estava detido por outro crime e um suspeito segue foragido. O grupo usava perfis cadastrados em uma plataforma, mas o carro utilizado pelos criminosos era alugado e diferente do registrado no aplicativo.
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A polícia investiga se os donos das contas eram cúmplices ou tiveram dados furtados. As mulheres eram o alvo da quadrilha.
“O motorista realizava a corrida e, em certo momento, dava uma desculpa para abrir o porta-malas. O segundo indivíduo saía e os dois realizavam as ameaças”, conta o delegado Flávio Grossi.
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As vítimas eram obrigadas a compartilhar senhas de bancos e a fazer saques e transferências. Uma das passageiras contou à polícia que ficou em poder dos criminosos por uma hora e meia.
A Uber declarou que colabora com as autoridades e que desativou a conta do motorista. A plataforma afirmou que tem contrato com uma empresa de Tecnologia da Informação para confirmar as informações dos motoristas parceiros e dos veículos; que todos passam por uma checagem periódica de apontamentos criminais, além de reconhecimento facial.
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