A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20) a Operação Falsa Persona em São Luís. O objetivo é investigar falsificação de documentos e fraudes bancárias.
A investigação começou com a prisão em flagrante de um suspeito nos Correios. Ele tentou retirar um cartão bancário usando um documento de identidade falso.
A PF também identificou indícios de um esquema frequente de produção e venda de atestados médicos falsos. Os documentos eram comercializados mediante pagamentos.
Os mandados buscam recolher eletrônicos e documentos para identificar as fraudes. Os envolvidos poderão responder por estelionato e associação criminosa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/g/gCvJzOR6WB1aNVOBBVgQ/design-sem-nome-2026-10-14t105101.530.png)
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação Falsa Persona, que investiga suspeitas de falsificação de documentos e estelionato envolvendo uma instituição financeira pública federal em São Luís. A Justiça Federal autorizou dois mandados de busca e apreensão.
Segundo a PF, a investigação começou após a prisão em flagrante de um suspeito que teria usado um documento de identidade falso para tentar retirar um cartão bancário em nome de outra pessoa nos Correios.
📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp
As investigações apontam que os suspeitos teriam agido em conjunto para falsificar documentos de identidade e tentar obter vantagens financeiras por meio de operações bancárias. A polícia também identificou indícios do uso de diferentes identidades e da participação em outras fraudes.
Suspeita de venda de atestados falsos
Durante a investigação, a PF encontrou indícios de um possível esquema de produção e venda de atestados médicos falsos. Segundo a investigação, os documentos seriam comercializados de forma frequente, mediante pagamento de pessoas interessadas.
Segundo a PF, os mandados de busca e apreensão têm como objetivo recolher aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais que possam ajudar a identificar a extensão das fraudes e a possível participação de outras pessoas.
Os investigados poderão responder, conforme o resultado das investigações, pelos crimes de uso de documento falso, falsificação de documentos, estelionato e associação criminosa.




