A Polícia Civil busca Vigenylda Tedescoh da Silva, de 33 anos, desaparecida desde segunda-feira (19). Ela sumiu em Mato Grosso.
Ela chegou ao estado na sexta-feira (9) para um evento. Depois, teria viajado para Rondonópolis para encontrar um homem.
A Polícia Civil investiga o caso e realiza diligências. Familiares que vivem no Acre não conseguem contato desde o desaparecimento.
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A Polícia Civil procura Vigenylda Tedescoh da Silva, de 33 anos, mulher trans que está desaparecida desde segunda-feira (19). Natural de Tarauacá, no Acre, ela chegou a Mato Grosso no dia 9 de outubro para participar de um evento em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá.
Segundo o registro da ocorrência, Vigenylda foi deixada em um hotel próximo à Rodoviária de Cuiabá. Posteriormente, informou a um conhecido que havia viajado para Rondonópolis, a 218 km da capital, onde estaria na casa de um homem com quem mantinha um relacionamento.
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A Polícia Civil, no entanto, informou que ainda não conseguiu confirmar se ela esteve no município. A informação foi fornecida pela própria desaparecida e segue em apuração.
Nos dias seguintes, Vigenylda manteve contato com familiares que moram no Acre. Desde 19 de outubro, porém, eles não conseguem mais falar com ela e desconhecem o paradeiro.
O caso é investigado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e verificar os possíveis deslocamentos da mulher.

