Uma mulher de 37 anos foi morta com golpes de arma branca nesta quinta-feira (5) em Santa Maria. O ex-companheiro dela é o principal suspeito.
Graziele de Oliveira possuía medidas protetivas de urgência desde 25 de outubro. O suspeito havia sido intimado sobre a decisão judicial no dia seguinte.
Três dias após a intimação, a polícia registrou o descumprimento da medida protetiva. Familiares relataram histórico de agressões e ameaças cometidas pelo homem.
A investigação aponta que o crime foi cometido com uma faca grande ou facão. A bainha do objeto foi localizada no local do assassinato.
Forças de segurança realizam buscas para tentar localizar o homem, mas ele ainda não foi encontrado. A Polícia Civil e o IGP periciaram a área.
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Uma mulher de 37 anos foi morta a golpes de arma branca na tarde desta quinta-feira (5) no bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria, Região Central do RS. A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira.
De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito é o ex-companheiro dela, Robson Rodrigues Adorno, de 43 anos, que fugiu após o crime. O g1 não conseguiu contato com Adorno para manifestação.
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Segundo a Brigada Militar — a Polícia Militar do RS —, o caso aconteceu por volta das 14h30. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a vítima sem vida.
A Polícia Civil trata o caso como feminicídio. Se a motivação for confirmada, este será o 69º registrado no Rio Grande do Sul em 2026.
Conforme a delegada Elizabete Shimomura, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Graziele havia obtido medidas protetivas de urgência no dia 25 de outubro. A determinação judicial foi concedida na mesma data, e o homem foi intimado no dia seguinte.
Ainda de acordo com a delegada, três dias depois da intimação, houve o registro de um descumprimento da medida protetiva. Na ocasião, a Brigada Militar foi acionada e uma ocorrência foi formalizada.
Familiares ouvidos pela polícia relataram um histórico de agressões e ameaças atribuídas ao suspeito. Conforme a investigação, ele não estaria aceitando o fim do relacionamento.
Pelos vestígios encontrados e pelos ferimentos observados, a suspeita é de que tenha sido usada uma faca de grande porte ou um facão. A bainha da arma foi localizada no local.
Após o assassinato, forças de segurança realizaram buscas na tentativa de localizar o suspeito, mas ele não havia sido encontrado até a última atualização desta reportagem.
A Brigada Militar isolou a área até a chegada das equipes do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e da Polícia Civil, responsáveis pelos levantamentos periciais e pela investigação do caso.
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