Homem indiciado pela Polícia Civil não devolveu Pix de R$ 723,63 enviado por engano, em Patos de Minas. Ele também bloqueou o contato da polícia.
Em 14 de agosto de 2025, uma mulher de 37 anos errou a chave Pix ao tentar transferir o dinheiro para sua conta.
A vítima tentou reaver a quantia com o destinatário, mas ele não pagou. Ela registrou o caso na Polícia Militar em 25 de agosto de 2025.
Durante as investigações, o homem recusou prestar esclarecimentos. Ele também bloqueou o canal de comunicação da corporação.
O caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal. O indiciado responderá pelo crime de apropriação de coisa havida por erro.
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O homem que foi indiciado após bloquear o canal de comunicação utilizado pela Polícia Civil não devolveu um Pix de R$ 723,63 enviado por engano em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A corporação divulgou a conclusão da investigação na sexta-feira (16). Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
A transação foi feita em agosto de 2025 e, durante as investigações, a equipe policial entrou em contato formalmente com o homem. Segundo a Polícia Civil, ele se recusou a prestar esclarecimentos e bloqueou o canal de comunicação usado pelos investigadores.
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Segundo a Polícia Civil, uma mulher de 37 anos transferiu o dinheiro por engano em 14 de agosto de 2025. Ela pretendia enviar o valor para a própria conta, mas digitou incorretamente a chave Pix.
A mulher tentou entrar em contato com o destinatário diversas vezes para pedir a devolução do dinheiro. Segundo o relato feito à polícia, porém, o homem apresentou justificativas para adiar o pagamento e não devolveu a quantia.
O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o valor foi recuperado por meio do banco ou de outra forma, mas não havia obtido retorno até a última atualização.
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Homem não respondeu contato da Polícia Civil
Em 25 de agosto de 2025, a mulher procurou a Base de Segurança Comunitária da Polícia Militar para registrar a ocorrência. Ela foi orientada a buscar a Polícia Civil para dar andamento ao caso.
Durante as investigações, o homem se recusou a prestar esclarecimentos e bloqueou o canal de comunicação usado pelos investigadores.
Após a investigação, a Polícia Civil indiciou o homem por apropriação de coisa havida por erro, crime previsto no Código Penal. Entenda abaixo.
O procedimento foi concluído e encaminhado ao Juizado Especial Criminal da Comarca de Patos de Minas, que avaliará as próximas providências.
O indiciado não havia sido preso até a última atualização da reportagem.
O que diz a lei?
O artigo 169 do Código Penal prevê punição para quem se apropria de um bem que chegou à sua posse por erro, caso de valores recebidos por engano e não devolvidos quando a pessoa tem conhecimento do equívoco.
A pena prevista para esse crime é de detenção de um mês a um ano, ou multa.
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