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Ex-militar suspeito de matar subtenente dentro de companhia do Exército morre em confronto com policiais na Bahia

21/10/2026

Ex-militar suspeito de matar subtenente dentro de companhia do Exército morre em confronto com policiais na Bahia

O ex-militar Lázaro Santos da Conceição, de 27 anos, morreu após confronto com policiais militares nesta terça-feira (20), em Mata de São João.

De acordo com a PM, agentes encontraram um grupo armado que atirou contra a equipe. Com o suspeito ferido, foram apreendidos drogas e um revólver calibre .38.

Lázaro foi preso em flagrante em 28 de setembro de 2022, suspeito de matar a tiros o subtenente Carlos André de Souza Paschoal, de 43 anos.

O ex-militar Lázaro Santos da Conceição, de 27 anos, morreu após um confronto com policiais militares na terça-feira (20), em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador. Ele havia sido preso em setembro de 2022, suspeito de matar a tiros um subtenente dentro da Companhia de Comando da 6ª Região Militar do Exército, no bairro da Mouraria, na capital baiana.

Segundo a Polícia Militar, equipes do Batalhão Rondesp RMS faziam rondas na localidade de Monte Líbano, na zona rural do município, quando encontraram um grupo de homens armados. De acordo com a corporação, os suspeitos atiraram contra os policiais, e houve confronto.

Após os disparos, os agentes encontraram Lázaro ferido. Ele foi socorrido e levado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.

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Durante a ação, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, munições e 101 porções de drogas semelhantes a crack, cocaína e maconha.

A ocorrência foi registrada pela Delegacia Territorial (DT) de Mata de São João como morte por intervenção de agente de segurança pública.

Relembre o caso de 2022

O subtenente Carlos André de Souza Paschoal, de 43 anos, foi morto a tiros na tarde de 28 de setembro de 2022, enquanto trabalhava na Companhia de Comando da 6ª Região Militar do Exército.

Na época, o Exército informou que Lázaro, então com 23 anos, foi preso em flagrante suspeito de cometer o crime. Ele foi imobilizado após os disparos.

As informações preliminares divulgadas naquele período apontavam que o ex-militar foi até a unidade militar e pediu para ser atendido antes de atirar contra o subtenente.

O caso passou a ser investigado pelo Exército. A motivação do crime não foi revelada.

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