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EUA vão às urnas para renovar o Congresso; eleição é decisiva para Trump

03/11/2026

EUA vão às urnas para renovar o Congresso; eleição é decisiva para Trump

Democratas e republicanos finalizam nesta segunda-feira (2) a campanha com os últimos comícios antes das decisivas eleições de meio de mandato, que podem provocar uma grande mudança no Congresso.

O presidente Donald Trump anunciou um discurso para 14h00 (16h00 de Brasília) no espelho d'água da capital, diante do Memorial Lincoln, que ele ordenou reformar e que se tornou um dos símbolos de seu empenho de iniciar obras para restaurar Washington.

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O governo do presidente Donald Trump solicitou nesta segunda-feira (2) à Suprema Corte dos Estados Unidos que impedisse temporariamente a Califórnia de contar os votos por correspondência de mais de 20 mil eleitores registrados que, segundo autoridades federais, provavelmente não são cidadãos americanos.

Em mais um capítulo da disputa judicial, que pode afetar milhares de eleitores nas eleições de meio de mandato desta terça-feira (3), o Departamento de Justiça pediu uma medida cautelar para suspender a contagem dos votos contestados até que a cidadania de cada eleitor seja verificada.

Um tribunal federal de apelações rejeitou o pedido na sexta-feira (30).

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Na véspera das eleições que decidirão se o Partido Republicano, do presidente Donald Trump, manterá o controle do Congresso, a atenção dos eleitores está voltada para a economia.

Os preços elevados são uma das principais preocupações, e muitos americanos atribuem a inflação persistente às políticas do presidente, especialmente às tarifas comerciais e à guerra com o Irã. Em resumo, os norte-americanos estão insatisfeitos.

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À medida que as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos se aproximam, o setor empresarial norte-americano se prepara para uma possível mudança no equilíbrio de poder em Washington.

No caso de um forte desempenho dos democratas, analistas e estrategistas afirmam que as ações dos setores de energia limpa, habitação e saúde poderiam ser beneficiadas, enquanto as empresas de inteligência artificial, centros de dados e defesa podem passar por um escrutínio mais rigoroso por parte dos parlamentares.

As chances de uma vitória esmagadora dos democratas estavam em 72%, segundo a Polymarket, o maior mercado de previsões do mundo, enquanto as chances de o Partido Republicano manter o Senado e o Partido Democrata conquistar a Câmara dos Deputados estavam em 23%.

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Para conquistar o controle do Senado, os democratas precisam manter suas cadeiras e ganhar outras quatro nas eleições desta terça-feira (3). Três candidatos se destacam na disputa, que até o início da guerra contra o Irã favorecia os republicanos. Com perfis distintos, James Talarico, do Texas, aposta na fé cristã e no diálogo entre partidos para tentar virar um estado tradicionalmente republicano.

Abdul El-Sayed, candidato por Michigan, representa a ala mais progressista e enfrenta ataques por sua origem muçulmana e suas posições sobre Israel. Já Jon Ossoff, senador mais jovem em exercício, tenta a reeleição pela Geórgia e desponta como possível nome democrata para a disputa presidencial de 2028. Os três também têm em comum os ataques de Donald Trump durante a campanha.

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As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos vão definir as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, 35 das 100 vagas do Senado e 39 governos estaduais e territoriais. O resultado pode alterar o equilíbrio de poder em Washington e influenciar as relações do país com o Brasil.

Pesquisas indicam que os democratas têm chances de conquistar a maioria na Câmara e, possivelmente, no Senado, em uma possível "onda azul". Atualmente, os republicanos, partido do presidente Donald Trump, controlam o Executivo e as duas Casas do Congresso, o que facilita a aprovação de sua agenda.

Uma eventual vitória democrata pode aumentar a resistência às políticas de Trump, que incluem tarifas sobre produtos importados, como os brasileiros, a guerra no Irã e ações militares na América Latina.

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As eleições de meio de mandato dos EUA, acontecem nesta terça-feira (3) e têm a disputa pelo controle do Senado como um dos principais focos. O resultado será decisivo para os próximos dois anos do governo de Donald Trump, pois pode facilitar ou dificultar a implementação de sua agenda.

Atualmente, os republicanos têm 53 das 100 cadeiras do Senado, contra 47 dos democratas. Nesta eleição, 35 vagas serão disputadas: 22 ocupadas por republicanos e 13 por democratas. Para conquistar a maioria, a oposição precisa chegar a 51 assentos. Já os republicanos precisam garantir 50, pois o vice-presidente JD Vance tem o voto de desempate.

Os democratas precisam conquistar quatro cadeiras e evitar derrotas em estados de disputa acirrada, como Michigan. New Hampshire e Geórgia também estão no radar.

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As listas compiladas pelo governo de Donald Trump com possíveis eleitores não cidadãos poderão ser usadas para contestar a validade dos resultados das eleições de meio de mandato marcadas para terça-feira (03).

O Partido Republicano, de Trump, luta para manter o controle do Congresso dos Estados Unidos nas eleições. Veja na reportagem como essas listas podem afetar o pleito.

Milhares de eleitores vão às urnas nos Estados Unidos, nesta terça-feira (3), para as eleições de meio de mandato. Existe uma grande expectativa entre os norte-americanos pelo resultado, já que a votação vai mostrar qual partido irá controlar a Câmara e o Senado pelos próximos dois anos.

Os EUA não têm um órgão nacional como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por coordenar as eleições em todo o país e totalizar os votos. Com isso, cada estado tem suas próprias regras.

Em boa parte dos estados, a votação é feita em cédulas de papel. Os primeiros resultados devem ser divulgados ainda na noite de terça-feira. No entanto, pode levar dias até que seja possível saber qual partido terá o controle da Câmara e do Senado.

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O voto latino foi fundamental para Donald Trump se eleger presidente dos Estados Unidos em 2024. Dois anos depois, no entanto, esse mesmo grupo de eleitores pode ter um papel fundamental em castrar os plenos poderes que o republicano goza atualmente no Congresso norte-americano.

Isso porque os latinos se moveram em peso rumo aos democratas nos últimos dois anos e devem votar em duas vezes mais candidatos democratas que em republicanos nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro, segundo indicam pesquisas eleitorais.

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As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para esta terça-feira (3), podem mudar os rumos da política econômica do presidente Donald Trump — com possíveis reflexos também para o Brasil.

A disputa pelo controle do Congresso americano pode determinar o espaço que o governo terá para aprovar medidas sobre gastos públicos, impostos e regulação. Essas decisões também influenciam as expectativas dos investidores e podem afetar os juros e o dólar no mercado internacional.

👉 Na prática, o resultado pode alterar o equilíbrio de forças no Congresso sem mudar o comando da Presidência porque todos os representantes da Câmara são escolhidos novamente a cada eleição, enquanto apenas cerca de um terço das cadeiras do Senado é renovado.

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Mais de 53,6 milhões de americanos já votaram antecipadamente nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, que acontecem nesta terça-feira (3). O número, divulgado neste domingo (1º) pelo Election Lab da Universidade da Flórida, já supera os cerca de 46 milhões de votos antecipados registrados em todo o processo eleitoral de 2022.

A votação antecipada presencial chegou ao fim neste domingo em estados como Nova York, encerrando uma etapa marcada por recordes de participação em diversas regiões do país. Os prazos variam entre os estados, e os votos enviados pelo correio ainda podem elevar o total nacional.

Dos votos registrados até o meio-dia de domingo, aproximadamente 29,8 milhões foram presenciais e 23,9 milhões foram enviados pelo correio.

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A Casa Branca enfrenta um dilema conhecido. Os indicadores econômicos não são necessariamente ruins, mas a opinião pública nos Estados Unidos é negativa.

Essa desconexão perseguiu Joe Biden em 2024, quando os principais indicadores, embora sólidos, não conseguiram convencer muitos eleitores de que a economia estava funcionando a seu favor.

Agora, Donald Trump enfrenta uma versão diferente do mesmo desafio.

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A guerra contra o Irã, o custo de vida, a inteligência artificial e a imigração estão entre os principais temas da campanha para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Os assuntos devem pesar na decisão dos eleitores na votação de 3 de novembro.

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As eleições legislativas dos Estados Unidos acontecem em um momento de expansão dos chamados mercados de previsão, plataformas nas quais os usuários podem apostar dinheiro em possíveis resultados de acontecimentos, incluindo disputas eleitorais.

O uso dessas plataformas em eleições, porém, preocupa especialistas pelo risco de disseminação de informações falsas e de interpretações equivocadas sobre os resultados das urnas.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está irritado por causa da eleição no Alasca. Isso porque dois candidatos com o mesmo nome concorrem à mesma vaga no Senado americano. Um deles é republicano, e o presidente teme que ele seja prejudicado.

A coincidência, que já havia sido notícia, ganhou uma nova repercussão nesta semana.

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Com a aproximação das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro, a inteligência artificial ganha cada vez mais espaço na propaganda eleitoral. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação com o uso da tecnologia para espalhar informações falsas em anúncios políticos.

Pesquisadores chamam essa prática de "slopaganda", termo que combina propaganda política com conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial.

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Quase 48 milhões de americanos já votaram antecipadamente nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, em uma participação expressiva em vários estados decisivos. Entre os eleitores que já foram às urnas, os democratas são maioria, à frente dos republicanos, segundo dados divulgados na última sexta-feira (30).

O Election Lab, da Universidade da Flórida, contabilizou 47.922.669 votos antecipados em todo o país até o meio-dia a última sexta. O número supera o recorde anterior para eleições de meio de mandato, de 45,9 milhões de votos, registrado antes da votação de 2022.

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos pediu nesta sexta-feira (30) ao Judiciário que conceda uma liminar para impedir que o Alasca oficialize o resultado da eleição para o Senado caso o republicano Dan Sullivan perca a disputa.

O pedido acontece em meio a um imbróglio que envolve outro candidato com o nome quase idêntico ao candidato apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Você sabia que tem brasileiros na longa lista de candidatos que irão disputar as eleições de meio de mandato (midterms), nos Estados Unidos, na semana que vem?

O g1 entrevistou brasileiros que concorrerão nas eleições regionais da Flórida e de Massachusetts. Leia mais na reportagem.

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